quinta-feira, 21 de junho de 2012

Análise de Mario Kart 7

Mais uma análise chegando tardiamente aqui.
E agora a turma do Mario que voltou mais uma vez para os autódromos de kart do Reino dos Cogumelos. Em sua sétima edição o que mais nota-se de diferente em relação ao Mario Kart Wii é a ausência das motos, que apareceram pela primeira vez nessa versão. E para compensar foi adicionado planadores e um sistema de tuning, a partir de agora pode-se escolher as peças que serão usadas no Kart podemos selecionar: a estrutura dele (chassis), o tipo de rodas, e o que será usado como planador (entretanto são os mesmos modelos para todos os personagens) e isso pode interferi em toda a mecânica da corrida, isto é, cada peça altera o desempenho final. E cada peça favorece um aspecto e desfavorece outro, por exemplo, uma determinada roda pode aumentar a aceleração porem diminuir a velocidade final. Existem também itens novos, como a calda de guaxinim, e o "7" que traz 3 itens diferentes de uma vez. O jogo também traz um bom número de personagens, além do Mii.


3D, Visão em primeira pessoa  e Giroscópio?

A visão em primeira pessoa junto ao 3D, gera uma experiência diferente e interessante, mas não funciona como um simulador, afinal estamos falando de corridas no Reino dos Cogumelos então não espere nada realista até porque isso tiraria o brilho desse jogo. E quando estamos com esta visão o volante é movido por um fantasma (as mãos do personagem não aparecem), não que isso seja um defeito propriamente dito, mas apenas algo um tanto quanto esquisito. 
Usar a o giroscópio para direcionar o kart é divertido e em primeira pessoa é melhor ainda, mas a combinação deste recurso com o 3D é falha, como a movimentação é mais "brusca" para mover o kart o efeito se desfaz, então quando ativar o giroscópio é recomendável manter o efeito tridimensional desativado.

Considerações Finais
No fim de tudo é um jogo muito divertido com gráficos ok, não traz nada que surpreenda ou que fuja do padrão da série, e são bem polidos. E que deve proporcionar longas horas de diversão fora do single player, com o muti player local ou online(com amigos ou global), tornando a vida útil desse game bem longa, e alguns diriam até "infinita".


O blog não é só focado no 3DS, e mais logo deve tá chegando a análise de Bastion (jogo indie lançado para PC, PS3 e Xbox360)
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